O mundo no ritmo do galope: Patagônia, Pantanal, Atacama, Andes, Caminho de Santiago, savanas africanas. Travessias com gaúchos e arrieros, pernoites em estâncias históricas, trilhas onde só se chega em sela.
Escolha pelo seu jeito de cavalgar
A primeira pergunta de quem pensa numa viagem a cavalo costuma ser se vai dar conta. A resposta depende menos de coragem e mais de três coisas: quantas horas por dia na sela, o terreno e o andamento.
Para começar
Trilhas marcadas, passo e trote, cavalos acostumados ao terreno. Iniciantes são bem-vindos, e o percurso se adapta ao nível do grupo.
Onde
Rota dos 7 Lagos · Isla Victoria · Córdoba · Salta
Para quem já cavalga
Dias inteiros na sela, em campo alagado, trilha de pedra ou subida de montanha, com trote e galope quando o terreno se abre.
Onde
Pantanal · Ibitipoca · Uruguai · Torres del Paine
Para cavaleiros experientes
Controle do cavalo em todas as andaduras, galope em campo aberto, travessias de rio e terreno instável por longos períodos.
Onde
Aparados da Serra · Delta do Okavango
Em Mendoza, Ibitipoca, Torres del Paine e em Pucón, o percurso se ajusta ao grupo depois de uma avaliação na chegada.
Fale com uma consultora para saber quais são os roteiros que mais combinam com você.
Nossas Cavalgadas
Cada terra monta de um jeito
Em cada cavalgada, o cavalo é da raça criada ali e a sela é a da lida local. Por isso a viagem muda de um lugar para outro, mesmo para quem já cavalga há anos.
Pantanal
Cavalo pantaneiro
Sela: pantaneira, em estilo western, com a rédea numa mão só
Campos de Cima da Serra
Crioulo, quarto de milha e campeiro marchador
Sela: campeira, com basto e pelego de lã
Serra de Ibitipoca
Mangalarga Marchador
Sela: australiana, feita à mão em Dores de Campos
Deserto do Atacama
Crioulo, que sobe a 4.500 metros
Sela: chilena
Andes do Equador
Zuleteño, cruza de andaluz e quarto de milha criada na Hacienda Zuleta
Sela: vaqueira, de estilo western
Patagônia chilena
Mestiços de crioulo, percheron e inglês
Sela: chilenita ou “pato” de Arandu
Galícia
Espanhóis, andaluzes, lusitanos e árabes
Sela: inglesa
Delta do Okavango
Puro-sangue, árabes e Botswana warmblood
Sela: inglesa ou de trilha sul-africana
Desenhadas com quem entende de cavalo
As cavalgadas da Auroraeco são desenvolvidas em colaboração com a especialista Fabi Maroni. Os cavalos, as selas e o nível pedido de quem monta estão descritos em cada roteiro.
Antes da primeira trilha
Na maioria dos roteiros, a chegada tem apresentação dos cavalos, ajuste do equipamento e uma saída curta de reconhecimento. Em Mendoza, uma aula no curral avalia o nível de cada um.
Grupos pequenos
Até quatro cavaleiros por rota em Pucón e até oito no Delta do Okavango. No Pantanal, a fazenda recebe no máximo 13 hóspedes.
Limites claros
Peso e idade mínima informados em cada roteiro, de acordo com os cavalos de cada lugar. Capacete fornecido em todas as cavalgadas.
Acompanhamento
Do primeiro contato à volta para casa, a viagem é conduzida pela Auroraeco, com plantão 24 horas da nossa equipe.
Conte como você cavalga
Quantos dias você tem, com quem vai viajar e há quanto tempo monta. A partir disso, indicamos a cavalgada certa e desenhamos a viagem em volta dela.
Perguntas frequentes
Depende da cavalgada. Rota dos 7 Lagos, Isla Victoria, Córdoba e Salta recebem todos os níveis, inclusive iniciantes. Pantanal, Ibitipoca, Uruguai e Torres del Paine pedem alguma experiência. Aparados e o Delta do Okavango são para quem controla o cavalo em todas as andaduras, inclusive no galope. Na dúvida, conte como você cavalga e indicamos o roteiro certo.
Sim. Todas as cavalgadas podem ser organizadas de forma privativa, a partir de duas pessoas, na data que você preferir. Ajustamos o roteiro ao seu ritmo e ao nível de quem vai montar, e podemos combinar a cavalgada com outros dias de viagem no mesmo destino.
Há saídas em grupo para a maioria das cavalgadas, com opção de quarto individual. Fale com uma consultora para ver as datas ainda disponíveis.
Sim, e ele muda conforme os cavalos de cada lugar: 81 kg no Equador, 85 kg no Atacama, 90 kg no Delta do Okavango e em Córdoba, 95 kg no Pantanal, no Uruguai e no Peru e 110 kg em Salta e na Isla Victoria.
A partir de 10 anos na Rota dos 7 Lagos, no Pantanal e em Córdoba, com experiência compatível. No Delta do Okavango, a partir de 12 anos, e na Isla Victoria, a partir de 16.
Vai de saídas de uma hora e meia em Pucón e manhãs a cavalo no Atacama a dias de seis ou sete horas na Patagônia e nos Andes do Equador. Cada roteiro informa a duração e a distância de cada dia.
Sim, em todos os: Rota dos 7 Lagos, Isla Victoria, Torres del Paine, Pucón, Atacama, Salta, Peru, Ibitipoca, Equador e Uruguai fornecem capacete. A única exceção é no Delta do Okavango, capacete e polainas ficam por conta do cavaleiro.
Calça comprida confortável para montar, calçado fechado ou bota de montaria, roupa em camadas, jaqueta impermeável, chapéu, óculos de sol e protetor solar. Cada roteiro traz a lista completa.
Em várias hospedagens, sim. Há pesca e observação de aves no rio Traful, canoagem e focagem no Pantanal, spa e yoga no Ibitipoca, passeios de mokoro e safáris de carro no Okavango. Fale com nossa consultora especializada para saber quais roteiros são indicados para non-riders.
Os grupos são pequenos, em geral de 6 a 12 pessoas.